Em um mundo comandado por sorrisos superficiais, escolhemos as coisas certas em momentos errados e acabamos desconcertados.
sábado, 15 de outubro de 2011
Meus melhores amigos...
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Revoltz.
Não me obrigue a ser igual a você.
Não estou interessada em ser seu clone
Simplismente me deixe do jeito que estou.
Estou bem assim.
Se não te agrado.
Pare e pense: Você também não me agrada.
Se toca!
O meu mundo não gira e nunca girou ao seu redor.
E não é hoje que ele vai começar a girar.
Saia da minha frente.
A sua cara me deixa enjoada.
Cansei de ser a certinha da história.
Chega!
Hora de deixar o mundo de pernas pro ar
FUI!
Vou atrás do que eu quero.
E fique sabendo: Não te espero.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Dia da Saudade- Saudades de ser criança.
Ai ai... O que dizer né?
São tantas coisas que me fazem sentir saudade.
Uma pessoa, um livro, um cachorro... até mesmo um desenho animado.
Ai, como era bom ser criança.. Saudades daquele tempo em que eu vivia em cima de uma árvore...
Fingia ser Fada, Bruxa e Princesa.
As nuvens tinham formas de coelhos,cavalos, navios...
Tudo era tão mágico e lindo.
Mas, hoje só me resta saudades.
Saudades dos amigos, das brincadeiras, do ar que era mais puro, da água que era menos poluída.
Saudades de tudo que não volta mais.
Saudades de uma infância que eu tenho certeza que valeu a pena vivê-la intensamente.
domingo, 9 de outubro de 2011
Os amigos são próprios de fases: da rua, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, da faculdade, da poesia, do emprego, da dança, dos cursos de inglês, da academia, do blog.
Significativos em cada etapa de formação. Não estão em nossa frente diariamente, mas estão em nossa personalidade, determinando, de modo imperceptível, as nossas atitudes.
Quantas juras foram feitas em bares a amigos, bêbados e trôpegos?
Quantas juras foram feitas em bares a amigos, bêbados e trôpegos?
Amigo é o que fica depois da ressaca.
É glicose no sangue.
A serenidade.
Fabrício Carpinejar“EXPERIÊNCIAS NÃO- INOFENSIVAS
Richard Leroy olhou novamente o relatório à sua frente, cenho franzido, olhos cerrados em frustração. Nunca vira resultados como aqueles. Como poderiam todos os testes terem falhados? Tinha de haver alguma justificativa. Ele caminhou pelo estreito laboratório. Vinte anos como biólogo e era aquilo tudo que conseguira. Um pequeno laboratório, casos absurdos e resultados piores. Limpou as lentes dos óculos, mais por hábito que por necessidade. Fora para aquela pequena e simplória cidadezinha com o sonho de ajudar aquelas pessoas com suas fantásticas descobertas. Mas ao que parecia, ser um “biólogo” era visto por ali como se fosse um “detetive paranormal”.
Pobre Lorena Dylan. A bela jovem fora acusada de nunca envelhecer, de matar animais nas proximidades e de ser responsável pelos desaparecimentos recentes. Por mais que tudo lhe soasse estúpido, tinha de fazer alguma coisa, ou poderia perder suas chances de ganhar a confiança do povo.
Planejava certificar- se de que as acusações eram infundadas, e sugerir que a moça se mudasse, por precaução. Seria o melhor para todos. Quando ela recusara, Richard achara que era apenas por indignação pelas suspeitas. Ele lhe falara calmamente, tentando persuadi- La, mas medo surgiu em seus olhos, e ele perguntou a si mesmo se ela teria alguma coisa a ver com os sumiços. Ele passou a desconfiar dela, e conseguiu com que o delegado local, decretasse a ela prisão domiciliar e para certificar-se que ela continuaria em casa encomendou um dispositivo rastreador, que chamou a atenção de todos.
Duas semanas depois o dispositivo indicara que Lorena não estava se movimentando. O estomago de Richard retorceram-se de remorso ao ver o corpo da jovem, os olhos vidrados, sem mais ver. E agora os resultados da autópsia chegaram e não faziam sentido.
No lado de fora do laboratório, um cartaz com um apelo de Leroy chamou a atenção de um recém chegado à cidade.
─ “Precisa-se de ajudantes para experiências”. Baltazar leu com os lábios se curvando em um leve sorriso.
─ Isso pode ser divertido ─ pensou. ─ Comida fresca.
Balthazar Salvatore entrou sorrateiro no laboratório, fitando a nuca de Richard, pálida, emoldurada por alguns fios castanhos, já meios grisalhos. Ele viu quando os pelos da nuca do biólogo se eriçaram, pressentido o perigo. O biólogo levou instintivamente à mão a pilha de papéis sobre a bancada. Balthazar seguiu o movimento co os olhos. Um nome saltou à sua visão.
“LORENA DYLAN, LORENA, SUA LORENA”.
Sentiu seus músculos se retorcerem, o veneno correu por sua boca, um rosnado ressoando em sua garganta. Sem nem mesmo pensar, atirou-se sobre o biólogo, pretendendo-o pelo pescoço contra a parede.
─ O que você fez com ela? ─ Sua voz era quase um rosnado, de raiva, de medo, de dor, não podia ser ela, não sua Lorena. Não tinha lutado tanto por ela, para ter seus planos frustrados por um humano.
As palavras que vira naquele papel nunca se apagariam da sua mente, “Causa da morte: desconhecida”. Causa da morte. Morta. Aquilo não podia ser verdade. Sentiu uma umidade em seus olhos. Após tantos anos, tendo passado por tanto, apenas agora lágrimas escorriam por suas bochechas pálidas. De repente, aquilo era demais. Soltando o biólogo, caiu de joelhos, a cabeça apoiada nas mãos, os olhos buscando consolo, desesperados por qualquer coisa que não fosse à verdade.
Richard massageava o pescoço dolorido, a mente dando voltas e voltas, procurando uma solução lógica para o ocorrido. Não achou nenhuma. O vampiro começou a falar
Ele começou a contar sua história, quase que para si mesmo. Contou como ficou órfão de pai e mãe aos dez anos, como teve de lutar para sobreviver, a ponto de ter perseguido aquele que o transformou por achar que aquilo prolongaria seu sofrimento. Então a conheceu. Lorena. Outra alma sofrida, mas nesse caso, ela era a perseguida. Seu criado, Charles Wertsheen, tinha ficado fascinado por sua beleza, levando- a para longe de sua família. Faminta, ela os matara antes sequer de pensar no que estava fazendo. Os dois se apaixonaram quase que instantaneamente, mas eram assombrados por Charles, sempre os perseguindo. Balthazar decidiu que seria melhor que Lorena se escondesse naquela pequena cidade campestre, enquanto ele fosse atrás de Wertsheen, para acabar de vez com aquilo tudo. O que acontecera noite passada. Balthazar tinha vindo buscar Lorena. Viera para buscar sua paz. Seu final feliz
Richard o escutava fascinado, com um peso no peito que só aumentava. Um peso que sabia que o atormentaria pelo resto da sua vida. Lembrando- se que o vampiro sofreria mais e pela eternidade, o peso em seu peito aumentou.
Ficaram ali pelo que pareceu, uma eternidade. Os primeiros raios de sol se infiltraram pela janela. O vampiro levantou- se decidido, e foi até a porta, escancarando- a. Decidido a por um ponto final em sua eternidade.
“Encontrando a luz do sol;
Encontrando sua paz;
Encontrando seu final feliz ;
Encontrando a sua “Lorena.”
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Como posso ver tudo isso e ficar calada?
Ver o amor se acabar e me forçar a acreditar que mesmo assim ele ainda é eterno?
Saber que o mundo esta por um fio e nós não fazemos nada?
Mechan- se e tirem as suas bundas do lugar e façam algo.
Mudem o mundo, começando pelas suas cabeças de bagre (não todos)
...Cansei.
Desculpa se atingi alguém, é que estou tão cheia...
Valesca Dantas
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Quero...
Quero alguém para me abraçar e sussurrar ao meu ouvido que tudo vai ficar bem...
Que me faça sorrir entre lágrimas e me faça crer que o mundo não esta perdido,
Que ainda existem pessoas que realmente se importam com você...
E que mesmo que o céu esteja desabando,
Ele estara ao seu lado.
Mas, enquanto não o encontro,
Continuarei querendo..
Valesca Dantas
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Saudades
Sinto saudades de tanta coisa...
Saudades da chuva,
Da lua, dos antigos amigos que agora estão longe
Dos amores da infância,
Dos desenhos animados,
Dos banhos de piscina com a galera,
São tantas coisas que agora, não consigo colocar em palavras...segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Loucas e Santas...!
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louca e santa.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
Oscar Wildequinta-feira, 18 de agosto de 2011
Nada a ver...
Em um belo dia de sol estávamos aqui na universidade quando aconteceu um imprevisto. Eu e minha turma, sempre muito divertida, fomos à praia. Era a primeira vez que veríamos a praia. Uns nadavam, tomando banho no mar com ondas e muito agitado. De repente, apareceu o reitor da UFC e passou um guarda- sol para mim e falei: “Tô com fome”, mas não tinha comida e Maicon Chulesinho foi ao Atacadão, saindo de sunga, carregando ovos, fazendo a maior sujeira quando se quebraram em suas mãos. Ele falou: “Ferrou tudo!” Então apareceu o Restart, coloridão, chamando Wagner para dançar ao som da Lady Gaga numa linda tarde ensolarada, mas era mentira , tudo não passava de uma farça e todos riam e choravam ao mesmo tempo, enquanto isso, o restante não entendia nada. A comida era ruim, e depois de tantos sorrisos sinceros e empolgações, viveram felizes para sempre no castelo encantado da Bruxa Má que caiu no poço sem fundo.
Fim por fim, feitos por Nós!!!!
Esse texto foi escrito pela minha turma do segundo semestre de ciência da Informação na disciplina de Teoria e Prática de Leitura, dada pela Prof.ª Débora na Universidade Federal do Ceará.
Oh pessoas de imaginação!!!
Fim por fim, feitos por Nós!!!!
Esse texto foi escrito pela minha turma do segundo semestre de ciência da Informação na disciplina de Teoria e Prática de Leitura, dada pela Prof.ª Débora na Universidade Federal do Ceará.
Oh pessoas de imaginação!!!
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Gosto...
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes… tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre
Clarice LispectorVocê pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Quanto vale um amigo?
Observando a vida daquelas pessoas solitárias, percebi uma coisa: sem um amigo ou alguém para conversar, nos abraçar e dizer coisas positivas, não somos nada. Os amigos nos ajudam, nos trazem vida, felicidade e muita diversão. Com eles, percebemos que vale a pena estarmos.
Não importa se o amigo é de infância, da adolescência ou do agora. O que importa é o seu papel. Ele está em nossa vida por uma razão: impedir que a solidão nos cerque e nos tire a felicidade.
É com os nossos amigos que passamos os piores e melhores momentos. Seja na escola, na faculdade ou até mesmo na rua, o seu amigo estará lá, por você. Mesmo que a escola seja um saco e a faculdade pareça muitas vezes um hospício, ele terá as idéias mais malucas só para te tirar da rotina.
Sejam eles muitos, poucos ou apenas um, o que interessa é o sentimento de cumplicidade e amor entre vocês.
Então, é isso.
Um amigo vale MUITO!!!!!
Por isso, agradeço aos poucos, porém, verdadeiros amigos que eu conquistei ao longo da vida. Com eles, aprendi a valorizar os pequenos detalhes da vida e a manter ao meu lado as pessoas que realmente me importam e me fazem bem.
Vocês valem muito!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
A vida, os sentimentos e as cores...
Da janela do ônibus, vejo vidas e sentimentos espalhados por todo o caminho.
As cores estão nessas vidas.
Observo um garotinho brincando na calçada com o seu cachorro. Noto que a sua cor é ROSA. Ambos estão amando um ao outro.
Cada sentimento tem uma cor e é ela que nos preenche. Você nunca ouviu a frase “Está verde de raiva”?
Pois é!
O amor é ROSA.
A paixão é VERMELHA.
A angústia é MARROM.
A vergonha é PÚRPURA.
A felicidade é DOURADA.
A tristeza é AZUL ESCURO.
E a solidão é CINZA.
Um dia cinza nos deixa isolado, triste e sem alegria. Você tenta encontrar uma cor para te preencher, mas não encontra.
Por isso, viva a sua cor. Seja ela preta, branca ou amarela.
Viva o amor!
Não torne a sua vida ou a vida das pessoas ao seu redor, cinza.
Espalhe a felicidade por onde for!
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